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quinta-feira, 5 de março de 2015

PROFESSOR CORUJA



Professor Coruja


Este animal é inofensivo, embora a sua aparência não seja lá a mais bela possível. Ela está sempre observando as coisas ao seu redor, pois além de possuir olhos bastante grandes e ter a capacidade de girar a cabeça em torno de 270° grau, permitindo assim uma visão privilegiada, o mesmo também possui alguns hábitos diferentes dos outros animais, sua preferência por vou noturno permiti que este animal utilize suas garras afiadas durante o voou, pois suas penas possibilita que ao voar não ocorram nem barulho. Enquanto os outros animais dormem, ela está sempre acordada, vigiando e observando o que ocorrem durante a noite silenciosa, porém sempre estar com os ouvidos bem atentos a qualquer barulho durante a madrugada.
 O animal ao que descrevo a cima é a coruja, algumas crenças ou simbologia acredita que a mesma carrega sobre se o significado da sabedoria, da segurança, do equilíbrio e etc, tais características são semelhantes à de um professor, pois o papel de um bom professor é tentar educar com sabedoria aos seus alunos, e está sempre ali voando por perto, analisando o desenvolvimento intelectual do mesmo.
Portanto, o professor coruja é aquele que ter a capacidade de enxergar o que muitos não conseguem; como também ficar atento as mudanças que vem ocorrendo na sociedade, para que assim, ele possa conseguir utilizar com sabedoria as suas armas de ensino durante o processo de ensino dos seus alunos.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

AI QUE VIDA, ESCOLA


Não sei por onde começar, mas acredito que do inicio é bem melhor. Então vamos lá. A escola sempre foi vista por mim e por meus colegas um ambiente de divertimento, embora os anos vivenciados nas escolas públicas tenham sido marcados por provas, questionários e muitas vezes por castigo, o que faz ser cicatriz na vida do aluno por toda a sua vida.
Grande parte dos meus professores do primário, não se importava muito com os alunos, eles estavam mais interessados em saber se a tarefa que foi solicitada para fazer em casa tinha sido feito, pois eles acreditavam que se o aluno trouxesse feita, ele está sabendo. Embora os professores soubessem que essas atividades não eram feitas pelos alunos sozinhos, mas ajuda dos pais, dos irmãos ou até mesmo familiares.
Durante os anos que passei no primário percebi que a avaliação sempre foi para por notas na caderneta, visto que a mesma não estava a favor da construção da aprendizagem e nem muito menos utilizada para saber se o aluno aprendeu, e sim, estava a favor do que o sistema desejava.
As notas baixas na escola acarretavam evasão do aluno, e diante desses fatos a escola tinha como papel sempre tentar passar o aluno, mesmo que o individuo não tivesse sabendo muita coisa, pois os professores faziam o que a direção pedia, já que a evasão dos alunos iria diminuir a verba da escola. Muitos dos professores não estavam preocupados com os alunos, mesmo alguns tendo comportamento rebelde o ano todo, sendo mau exemplo perante a turma e com um déficit de aprendizagem muito ruim, ainda sim, os professores aprovavam esses alunos, pois eles não estavam preocupados se o aluno aprendeu ou não. Hoje sei que grande parte disso não é só culpa desses professores, mas sei que eles também não fizeram nada para mudar isso, ficando assim, um ciclo vicioso.
No entanto, nem todos os professores foram assim, acho que me recordo com uma lembrança bem fraca, de alguns que se importaram com os alunos, pois sempre se preocupava se estávamos aprendendo e aconselhava aos pais  para ajudassem nas tarefas que era mandada para ser realizadas em casa.
Durante o ensino médio não foi diferente, muitos dos meus professores lecionavam um disciplina ser ter devido graduação na mesma, ou seja, professor de formado em geografia ensinava matemática, outros formatos em história poderiam ensinar em inglês, e assim por diante. Acredito que muitas vezes a falta de conhecimento de algum foram motivos de levar o conteúdo de forma simples e básica, pois muitas das avaliações eram com intuito de colocar notas, muitos dos alunos não se preocupava se iria reprovar, pois a reprovação era algo que só ouvíamos falar de boca, mas que na realidade o professor no final de tudo, dava um jeito para passar o aluno, mandando fazer um trabalho, um seminário, ou até mesmo um recuperação da avaliação que fez. Porém essa recuperação não estava a serviço da aprendizagem do aluno, mas em busca de notas para aprovação na disciplina.
O ensino médio foi completamente assim, embora alguns professores ter utilizado meio contraditório para submeter os alunos a ter notas, como por exemplo, a minha professora de biologia, que na verdade não tinha formação na área, sempre exigia que os alunos xerocassem apostila sobre determinados assuntos, ai tudo bem, mas o motivo de tanta Xerox, é que a mesma tinha comprado uma máquina e tinha colocado no colégio, então por esse motivo, ele exigia para que nós alunos tira-se, já que ela daria pontos a mais na prova para quem tivesse o material em mãos.
Hoje vejo que praticamente todo meu percurso no ensino fundamental e médio, foi marcado por avaliação classificatória e excludente. Os anos foram se passando e após concluir o ensino médio, tive a oportunidade de ingressar em uma nova instituição de ensino, na qual muitos alunos almejam quando estão estudando o ensino médio. E lá também não é diferente, pois segue a mesma forma como os professores avaliavam no ensino médio, porém antes de ingressar na universidade, eu inocentemente, acreditava que conhecimento se construía de forma formativa, mas vejo que o produto final é mais importante do que a formação do conhecimento no individuo.
Portanto, é nítido percebemos que durante o percurso escolar que vivenciei, me deparei com avaliação classificatória, excludente e professores sem compromissos com a educação, hoje sei que a missão de ser professor não é fácil, pois é necessário que o individuo tenha algumas características necessárias para ser um bom professor, como: ser paciente, ser flexível, saber lhe dá com as diversidades, ser sensível para perceber as dificuldades dos seus alunos, entre outras.







domingo, 16 de novembro de 2014

A FLOR DA HONESTIDADE


Conta-se que por volta do ano 250 a. C., na China antiga, um príncipe da região norte do país estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar.

Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de ser sua esposa. No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.

Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.

Ao chegar em casa, contou à garota e desesperou-se ao ver que ela pretendia ir à celebração, indagando preocupada:
"Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas e ricas senhoritas da corte. Tire esta ideia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne esse sofrimento uma loucura."

E a filha respondeu:
"Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca. Eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, e isto já me torna feliz."

Na hora marcada, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas meninas, com as mais belas roupas, as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções.

Então, o príncipe anunciou o desafio:
"Darei, a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais linda flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China."

A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo.

O tempo fluiu e a doce criaturinha, posto não tivesse muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com bastante paciência e ternura da sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado. Todavia passaram-se três meses e nada surgiu.

A mocinha tudo tentara, empregara todos os métodos que conhecia, porém nada havia nascido. E findaram os seis meses.

Consciente do seu esforço e dedicação, ela comunicou à
mãe que, independente das circunstâncias, retornaria ao palácio, no prazo combinado, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.

E lá se apresentou, com seu vaso vazio, bem como as demais pretendentes - cada uma com uma flor mais bonita que a outra, das mais variadas cores e formas. A jovem ficou admirada, jamais presenciara cena tão sublime.

Finalmente, chegou o momento esperado: o príncipe passou a observar a flor trazida por cada uma das pretendentes, com muito cuidado e atenção. Após minuciosa análise, ele anunciou um resultado surpreendente, indicando a cativante e humilde jovem como sua futura esposa.

O público presente, perplexo, quis saber o motivo: afinal, o desafio previa que se casaria com a moça que lhe trouxesse a flor mais irresistível  e ele escolhera, justamente, a que não cultivara flor alguma...

Então, calmamente, o príncipe esclareceu:

- Esta jovem foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz: A Flor da Honestidade. Senhoras, senhores e senhoritas: todas as sementes que entreguei eram estéreis.
                                                

A honestidade é como uma flor, tecida em fios de luz, que ilumina quem a cultiva e espalha claridade ao redor.
Independente de tudo e de todas as situações que nos rodeiam, que possamos espalhar essa luz àqueles que nos cercam.
Se para vencer, estiver em jogo a sua honestidade, PERCA!
Você será sempre um vencedor!

A RAINHA E O ESPELHO


Era uma vez...
Uma rainha que vivia em um castelo.
Ela tinha uma varinha mágica que fazia as pessoas bonitas ou feias, alegres ou triste, vitoriosas ou fracassadas. Como todas as rainhas, ela também tinha um espelho mágico. Um dia, querendo avaliar sua beleza, também ele perguntou ao espelho:
- Espelho, espelho meu, existe alguém mais bonita do que eu?
O espelho olhou bem para ela e respondeu:
- Minha rainha, os tempos estão mudados. Esta não é uma resposta assim tão simples. Hoje em dia para responder a sua pergunta eu preciso de alguns elementos mais claros.
Atônita, a rainha não sabia o que dizer. Só lhe ocorreu perguntar:
- Como assim?
- Veja bem, respondeu o espelho - Em primeiro lugar, preciso saber por que Vossa Majestade fez essa pergunta, ou seja, o que pretende fazer com minha resposta. Pretende apenas levantar dados sobre o seu ibope no castelo? Pretende examinar seu nível de beleza, comparando-o com o de outras pessoas ou sua avaliação visa ao desenvolvimento de sua própria beleza, sem nenhum critério externo? É uma avaliação considerando a norma ou critérios predeterminadas? De toda forma, é preciso, ainda, que Vossa Majestade me diga se pretende fazer uma classificação dos resultados.
E continuo o espelho:
- além disso, eu preciso que Vossa Majestade me defina com que bases devo fazer a avaliação. Devo considerar o peso, a altura, a cor dos olhos, o conjunto? Quem devo consultar para fazer essa análise? Por exemplo: se utilizar parâmetros nacionais, poderei ter outra resposta. Entre a turma da copa ou mesmo entre os anões, a branca de Neve ganha estourado. Mas, se perguntar aos seus conselheiros, acho que minha rainha terá o primeiro lugar. Depois, ainda tem o seguinte - continuou o espelho: - Como vou fazer essa avaliação? Devo utilizar análises continuadas? Posso utilizar alguma prova para verificar o grau dessa beleza? Utilizo a observação?
Finalmente, concluiu o espelho: - Será que estou sendo justo? tanto são os pontos a considerar...

MITCHEL RESNICK: "A TECNOLOGIA DEVE LEVAR O ALUNO A SER UM PENSADOR CRIATIVO"



Nos últimos anos, as escolas públicas vêm incorporando em suas atividades equipamentos como computadores, lousas digitais e projetores multimídia. Para os professores, no entanto, tem sido difícil desenvolver estratégias que usem esses recursos para ensinar os conteúdos. Na opinião de Mitchel Resnick, as novas tecnologias ainda servem com frequência para reproduzir um modelo tradicional, com aulas expositivas e pouca construção coletiva do conhecimento. "É necessário oferecer oportunidades para os jovens criarem projetos, experimentarem e explorarem novas ideias", diz. Só assim, de acordo com ele, será possível pensar o processo educacional de forma diferente e apoiar abordagens originais, que levem ao aprendizado com sentido. Resnick esteve em São Paulo em abril para participar do evento Transformar 2014.

Quando se fala em tecnologia, para muitos educadores a referência é um computador conectado à internet. Isso ainda faz sentido?

Há diversas formas de empregar a tecnologia nas salas de aula. Eu estou mais interessado no uso dela para criar abordagens inovadoras de ensino e aprendizagem. Até hoje, a maioria dos docentes se vale dos recursos tecnológicos para reproduzir o modelo de aulas expositivas, em que as informações são passadas aos estudantes. Não acredito que essa seja a melhor maneira de preparar crianças e jovens para o futuro. Na sociedade atual, tudo muda rapidamente. Por isso, em nosso trabalho de pesquisa no MIT, pensamos que a tecnologia deve levar o aluno a ser um pensador criativo, se desenvolvendo por meio de trabalhos coletivos que envolvam a experimentação de novas formas de se relacionar com o mundo.

Por que a cultura de aulas expositivas ainda é tão forte se não parece a forma mais eficaz de ensinar?

As escolas demoram demais para mudar. E essa forma de ensino, baseada na entrega de informações para os alunos, que é seguida por muitas delas, tem uma longa história. À primeira vista, pode parecer uma proposta mais eficaz apresentar os conteúdos de uma única forma para todos. Mas, claramente, isso não funciona, porque os estudantes são diferentes. Fazer a transição para outra abordagem não é simples nem rápido. Os professores precisam refletir sobre o processo educacional para poder apoiar e praticar projetos orientados por uma participação ativa e criativa da turma em classe.

O problema está na formação dos professores, que não são preparados para atuar nesse ambiente de interação?

Sim. Trabalhar desse modo requer formação, que muitos educadores não têm. Além disso, eles devem estar dispostos a dar aos alunos liberdade para explorar os próprios interesses. Essa abertura permite a eles o acesso a informações que talvez não tivessem e a realização de diferentes tipos de projeto.

Nessa interação, os docentes podem também aprender, não só ensinar.

Sim, esse é um ponto muito importante. Temos tradição no modelo de aprendizes, ou seja, quem quer aprender algo precisa trabalhar com um especialista no assunto. Na minha visão, o fundamental é aprender a ser um bom aprendiz, o que vale também para os professores. Eles não devem ter medo de não saber todas as respostas. Se isso ocorre, eles vão em busca delas junto com a turma.

Seu grupo no MIT estuda projetos que visam tornar a escola parecida com a Educação Infantil. De onde vem essa ideia?

Sempre fui fascinado pelo modo como as crianças pequenas aprendem e se relacionam. Nessa fase, elas passam muito tempo trabalhando em colaboração umas com as outras: constroem com blocos, pintam e desenham, aprendendo a transformar uma ideia em um projeto. Essa é uma das coisas mais importantes que alguém pode aprender. No Ensino Fundamental, o sistema escolar normalmente se transforma e adquire uma abordagem focada na mera transmissão de informação. Por meio do projeto Lifelong Kindergarten, atuamos na pesquisa e no desenvolvimento de tecnologias, atividades e estratégias para que qualquer um possa aprender dentro do estilo do jardim de infância.

O projeto mantém centros de estudos para alunos com idade entre 10 e 18 anos. Que trabalho é desenvolvido nesses locais?

Começamos com os chamados Computer Clubhouses, centros de ensino frequentados no contraturno, projetados especificamente para alunos de comunidades de baixa renda. A ideia é proporcionar a eles oportunidades de aprender de forma criativa com novas tecnologias. Existem cerca de 100 espalhados pelo mundo - um deles no Brasil -, recebendo 200 crianças e adolescentes cada um.

Qual o perfil dos profissionais que trabalham nesses centros?

Alguns são meus alunos - cientistas da computação e engenheiros especializados em desenvolvimento de tecnologia. Outros são educadores, que atuam no desenvolvimento de estratégias de ensino. Designers e pessoas com formação em Arte também fazem parte do time. Talvez esta seja uma das razões fundamentais do nosso sucesso: trabalhar com pessoas de formações diversificadas.

A partir de que idade a tecnologia pode ser usada em aula?

Desde muito cedo. Temos de lembrar que a tecnologia é qualquer coisa criada depois que nascemos. Giz de cera é tecnologia. Anos atrás, ele era visto como algo totalmente novo. Hoje é considerado um material banal. Para pensar sobre todas as tecnologias, temos de adotar o mesmo raciocínio: como elas podem ser usadas de forma relevante por crianças de determinada faixa etária? Não se trata exatamente do que utilizar, mas de como.

De que forma os professores ao redor do mundo têm aproveitado a tecnologia?

Nesses anos todos, me deparei com experiências muito boas e vi coisas que me deixaram frustrado. Visitei, por exemplo, uma escola em Cingapura onde todos os alunos tinham laptop, mas o professor dava pontos aos que conseguiam responder às perguntas primeiro. Essa é uma forma muito ruim de usar a tecnologia. Por outro lado, fui a outros lugares com o mínimo de tecnologia, que era utilizada de maneira criativa. Na Índia, conheci uma escola que só tinha um computador, utilizado por diversas crianças para criar uma história. Depois, elas apresentaram um espetáculo de fantoches e o computador serviu para projetar o cenário.

Mesmo nas nações desenvolvidas, ainda há espaço para aprender como usar recursos tecnológicos nas salas de aula?

Sim, especialmente em países como o meu. A maioria das escolas norte-americanas emprega tecnologia digital para reforçar todo o processo de Educação. Ela ainda serve para passar informações aos estudantes, não para que eles tenham a possibilidade de criar e se expressar com o computador. Temos um longo caminho a percorrer nessa área.

Há muitas escolas no Brasil sem acesso à internet. É possível introduzir tecnologia no ensino sem equipamentos?

Em primeiro lugar, o mais importante é dar oportunidade às crianças de criar, projetar, experimentar e explorar. É perfeitamente possível fazer isso com materiais do dia a dia. As novas tecnologias podem aumentar o leque de possibilidades de aprendizagem, mas não são decisivas. O difícil é fazer o simples.

O que mudou nesses 20 anos de existência do projeto?

A mudança nas tecnologias foi imensa, mas nossa ideia sobre ensino e aprendizagem permanece a mesma.

Publicado em NOVA ESCOLA Edição 273, JUNHO/JULHO 2014. Título original: "A tecnologia deve levar o aluno a ser um pensador criativo"